Sala de ensino Pré-Escolar
Ano 1983
imagem captada por António Calhau
Este é um projecto cuja essência é a disponibilização de imagens variadas, sendo condição a imagem ou objecto ser anterior a 1990.
29 de maio de 2006
26 de maio de 2006
23 de maio de 2006
Garraiada - Figueira da Foz
Cartaz de 1957, alusivo a Garraiada por data da Queima das Fitas de Coimbra
Colecção Particular - AVG
Colecção Particular - AVG
11 de maio de 2006
Espectáculo com Orlandito
Imagem da Assistência do Espectáculo do Palhaço Orlandito
Casa do Povo de Avis
Primeira metade da Década de 80
Sei qual era o espectáculo, uma vez que me encontrava entre o público
Coleção Particular
Casa do Povo de Avis
Primeira metade da Década de 80
Sei qual era o espectáculo, uma vez que me encontrava entre o público
Coleção Particular
5 de maio de 2006
2 de maio de 2006
Deus Lhe Pague
Peça de Teatro, representada pela Companhia Moiron
para maiores de 17 anos
Ano 1958
Coleção Particular
para maiores de 17 anos
Ano 1958
Coleção Particular
11 de abril de 2006
Da tradição oral
No Domingo de Ramos, era de tradição ao tempo dos folares, entregar um raminho de alecrim e junto com este versar...
(ou algo semelhante, pois a cada pessoa o mesmo variava um pouco.)
Toma este raminho
Que tão bem cheira
Dá-me as amendôas
Na quinta feira.
Após isto entregava-se o mesmo, e em retribuição ter-se-ia que entregar um folar no Domingo ou 2ª feira de Páscoa.
Existe uma resposta, para este verso.
Não a consegui saber, agradecia que perguntassem junto de pessoas mais vividas se ainda se recordam da resposta.
(ou algo semelhante, pois a cada pessoa o mesmo variava um pouco.)
Toma este raminho
Que tão bem cheira
Dá-me as amendôas
Na quinta feira.
Após isto entregava-se o mesmo, e em retribuição ter-se-ia que entregar um folar no Domingo ou 2ª feira de Páscoa.
Existe uma resposta, para este verso.
Não a consegui saber, agradecia que perguntassem junto de pessoas mais vividas se ainda se recordam da resposta.
30 de março de 2006
Marcha/Hino de Ervedal
Letra de Cláudio Leal, musicada pelo maestro António de Brito
Ervedal terra de encantoMarcha de Ervedal
Ervedal terra de encanto
Nosso torrão natal
Com a brancura do teu manto
Coração de Portugal
A tua gente bairrista
Já de velha tradição
Lutando pela conquista
Do bem regionalista
Ervedal do coração
Cantai raparigas
Esqueçam as intrigas
Rapazes cantai
Porque o nosso povo
Antigo ou novo
P’rá frente é que vai
Vibrando assim, cuidando o jardim
Que é Portugal, sorrindo contente
Viva a nossa gente
Em frente Ervedal
Tão grande tua beleza
Azenhas, teus arredores
Onde a mão da natureza
Aproxima os amores
Também a Quinta das Rosas
Parque da nossa alegria
Das moçoilas mais formosas
Com os seus trajos tão vaidosas
Fazem sempre romaria
Cantai raparigas
Esqueçam as intrigas
Rapazes cantai
Porque o nosso povo
Antigo ou novo
P’rá frente é que vai
Vibrando assim, cuidando o jardim
Que é Portugal, sorrindo contente
Viva a nossa gente
Em frente Ervedal
Ervedal terra de encantoMarcha de Ervedal
Ervedal terra de encanto
Nosso torrão natal
Com a brancura do teu manto
Coração de Portugal
A tua gente bairrista
Já de velha tradição
Lutando pela conquista
Do bem regionalista
Ervedal do coração
Cantai raparigas
Esqueçam as intrigas
Rapazes cantai
Porque o nosso povo
Antigo ou novo
P’rá frente é que vai
Vibrando assim, cuidando o jardim
Que é Portugal, sorrindo contente
Viva a nossa gente
Em frente Ervedal
Tão grande tua beleza
Azenhas, teus arredores
Onde a mão da natureza
Aproxima os amores
Também a Quinta das Rosas
Parque da nossa alegria
Das moçoilas mais formosas
Com os seus trajos tão vaidosas
Fazem sempre romaria
Cantai raparigas
Esqueçam as intrigas
Rapazes cantai
Porque o nosso povo
Antigo ou novo
P’rá frente é que vai
Vibrando assim, cuidando o jardim
Que é Portugal, sorrindo contente
Viva a nossa gente
Em frente Ervedal
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